Seja em qualquer tipo de intercâmbio que se faça pela AIESEC, é certo que deles virão muitas histórias boas para se contar. Superações, gostos, amizades e muito mais são trazidos nas bagagens de AIESECos que aceitaram a missão de impactar o mundo de alguma forma. Por isso, compartilhamos com vocês hoje um depoimento com as experiências do Carlos Eduardo Lustre para sentirem um pouquinho do que ele vem sentindo durante esse tempo na Ucrânia. Aproveitem!
"Primeiramente, participei
de um projeto chamando Explore Ukraine, no qual o objetivo principal era viajar
por três cidades ucranianas e escrever minhas impressões em um blog e nas redes
sociais. Quanto a Ucrânia... o que dizer da Ucrânia... Um país onde, se você falar outro idioma, é
visto com maus olhos pela maioria das pessoas, mas ao mesmo tempo se você
tentar conversar com elas e falar um pouco de ucraniano (ou russo, dependendo da
parte do país) elas são bem receptivas.
Meu
intercambio na Ucrânia não poderia ter sido melhor. Cheguei
na capital, Kiev, dia 7 de dezembro, fiz check-in em um hostel no centro e já
encontrei alguns participantes do meu projeto. Alguns desses intercambistas
foram comigo para minha primeira cidade, Donetsk, e continuaram comigo pelas
outras duas cidades. Fiquei
lá duas semanas, as melhores do projeto. O comitê local de lá era muito bem organizado e
participamos de palestras e speaking clubs em escolas. Mas também fomos a
muitos bares e night clubs, pois o lazer em geral aqui não é muito caro e conta com várias opções.
A
próxima cidade foi Lviv, provavelmente a mais turística da Ucrânia. Tive a
impressão que estava em alguma cidade da Europa Ocidental, devido a arquitetura
diferenciada. Diferentemente
de Donetsk (que era uma cidade industrial e se falava mais russo) os moradores
de Lviv são extremamente nacionalistas, e lá deve-se falar ucraniano.
A
última cidade foi Ternopil. Cidade pequena, há duas horas de Lviv. Não tinha
muito o que fazer lá, mas foi legal. No geral, o projeto foi fantástico. Tive muitos problemas, mas vejo isso como
uma forma de crescer ainda mais. Ver
outra cultura e conviver com ela durante mais de 50 dias é algo sensacional. Tive
a oportunidade de participar de tradições ucranianas, como o Natal no dia 7 de
janeiro, onde se deve comer 12 pratos tradicionais ucranianos, visitei as
montanhas aqui da região, morei com uma família ucraniana em Lviv durante duas
semanas.
E
valeu muito a pena também pelas amizades que fiz. Conheci pessoas especiais
aqui que levarei comigo para vida toda. E
acho que é isso. Se vocês tiverem a chance de visitar essa parte da Europa, eu
recomendo 100%.
Dia
14 de fevereiro estou chegando ao Brasil!!!
Abraço
galera!"



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